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Projeto de pesquisa: Educação Especial

Nome*:Vera Lucia Souza Costa
Email:vera_souza92@hotmail.com
Curso:Pedagogia Passo Fundo
Área da Pesquisa em Educação:Educação Especial
Título provisório do projeto:UTILIZAÇÃO DA SALAS DE AEES E SUAS FINALIDADES
Problema central da pesquisa:As salas de recursos tem por finalidade o Atendimento Educacional Especializado (AEE) que é uma ação do sistema de ensino oferecido como suporte as necessidades educacionais dos alunos, pretendo com esta pesquisa entender como acontece a dinâmica das salas de recurso, e como se realiza a seleção deses alunos, quais métodologias são utilizadas pelos professores. E se ela atende os objetivos da inclusão de crianças. A tarefa tem naquilo que os especialistas chamam de Atendimento Educacional Especializado (AEE) um importante aliado. Instituído pelo mesmo documento que em 2008 concebeu as diretrizes para a inclusão escolar, mas regulamentado apenas no fim do ano passado, o AEE ocorre no trurno inverso nas salas de recursos, ambientes adaptados para auxiliar indivíduos com uma ou mais deficiências . Segundo o Censo Escolar, atualmente 27% dos alunos matriculados em classes comuns do ensino regular recebem esse apoio. Se a implantação das 15 mil novas salas prometidas para este ano de fato ocorrer, o atendimento alcançará mais de 50% das matrículas - em números absolutos, cerca de 190 mil estudantes.
Diferentemente do que muitos pensam, o foco do trabalho não é clínico. É pedagógico. Nas salas de recursos, um professor (auxiliado quando necessário por cuidadores que amparam os que possuem dificuldade de locomoção, por exemplo) prepara o aluno para desenvolver habilidades e utilizar instrumentos de apoio que facilitem o aprendizado nas aulas regulares. "Se for necessário atendimento médico, o procedimento é o mesmo que o adotado para qualquer um: encaminha-se para um profissional da saúde. Na sala, ele é atendido por um professor especializado, que está lá para ensinar", diz Rossana Ramos, especialista no tema da Universidade Federal de Pernambuco.
Os exemplos de aprendizagem são variados. Estudantes cegos aprendem o braile para a leitura, alunos surdos estudam o alfabeto em Libras para se beneficiar do intérprete em sala, crianças com deficiência intelectual utilizam jogos pedagógicos que complementam a aprendizagem, jovens com paralisia descobrem como usar uma prancheta de figuras com ações como "beber água" e "ir ao banheiro", apontando-as sempre que necessário. "Desenvolver essas habilidades é essencial para que as pessoas com deficiência não se sintam excluídas e as demais as vejam com normalidade", diz Maria Teresa Mantoan, docente da faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), uma das pioneiras no estudo da inclusão no Brasil.
HORA DE CONTAR Alunos com deficiência intelectual estudam numeração associando placas 
a faces do dado.
Também vale lembrar que o trabalho não é um reforço escolar, como ocorria em algumas escolas antes de a nova política afinar o público-alvo do AEE. "Era comum ver nas antigas salas de recursos alunos que apresentavam apenas dificuldade de aprendizado. Hoje, a lei determina que somente quem tem deficiência, transtornos globais de desenvolvimento ou altas habilidades seja atendido nesses ambientes", afirma Maria Teresa. Com o foco definido, o professor volta a atenção para o essencial: proporcionar a adaptação dos alunos para a sala comum. Cada um tem um plano pedagógico exclusivo, com as atividades que deve desenvolver e o tempo estimado que passará na sala.

Para elaborar esse planejamento, o profissional da sala de recursos apura com o titular da sala regular quais as necessidades de cada um. A partir daí (e por todo o período em que o aluno frequentar a sala de recursos), a comunicação entre os educadores deve ser constante. Se o docente da turma regular perceber que há pouca ou nenhuma evolução, cabe a ele informar o da sala de recursos, que deve modificar o plano. Outra atitude importante é transmitir o conteúdo das aulas da sala regular à de recursos com antecedência. "Se a turma for aprender operações matemáticas, é preciso preparar o aluno com deficiência visual para entender sinais especiais do braile", exemplifica Anilda de Fátima Piva, professora de uma sala de recursos na EMEF João XXIII, em São
Objetivos da pesquisa:Analizar as métodologias utilizadas na sala de recursos.

Investigar através de bibliografias existentes como é feita a seleção dos alunos encaminhados para a sala de AEE.

Identificar quais as maiores dificuldades enfrentadas por professores que trabalhas nas de AEE.
Justificativa:Optei por Educação Inclusiva-sala de recurso, para entender como suas ações são definidas o que realmente acontece nas salas e suas métodologias e dinâmica, ficar mais próximo desse tipo de trabalho.Pois entende-se que em todas as partes de nossa sociedade existe pessoas com vário tipos de necessidades especiais,sendo que é na escola que efetivamente é trabalhada essas necessidades.
Os números do último Censo Escolar são o retrato claro de uma nova tendência: a Educação de alunos com deficiência se dá, agora, majoritariamente em classes regulares. Seis em cada dez alunos nessa condição estão matriculados em salas comuns - em 2001, esse índice era de apenas dois em cada dez estudantes. O aumento merece ser comemorado, mas que não esconde um grande desafio: como garantir que, além de frequentar as aulas, crianças e jovens aprendam de verdade?
Natureza da pesquisa:Aprofundar um tema
Metodologia da pesquisa:Qualitativa
Design da pesquisa:Pesquisa bibliográfica
Coleta de dados:Para o desenvolvimento deste projeto utilizarei livros, jornais, documentos, sites e revistas.
Referências bibliográficas:CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva: com os pingos nos "is". 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2009.

Nova Escola-Ano XXI.nº195. setembro de 2006.

TOURAINE, Alain. Poderemos viver juntos?: iguais e diferentes . Trad. Jaime A . Clasen e Ephraim F. Alves. Petrópolis: Vozes, 1998.





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