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A minha opção por educação pré-escolar foi justamente porque já tive experiência nesta área em sala de aula. Trabalhei 3 anos em uma escola de educação infantil, que atende crianças do maternal á pré-escola. Através da convivência diária em sala de aula consegui identificar certos aspectos que interferiam na promoção de ensino-aprendizagem do aluno, entre eles, a relação professor/aluno. Gostaria de me deter e conhecer mais sobre como atuar com os educandos a fim de tentar reverter essa questão de afetividade no processo educativo. É preciso considerar o fato de que o professor, quando se torna comprometido com o aluno e com uma educação de qualidade, fazendo do aluno alvo do processo ensino-aprendizagem, e cumprindo seu papel de orientador e facilitador do processo, legitima assim a teoria de uma facilitação da aprendizagem, através da interação entre sujeitos, ultrapassando, desse modo, a mera condição de ensinar. Como facilitador do conhecimento, o professor destaca-se como um guia para o aluno, permitindo que o mesmo crie o seu próprio raciocínio, troque ideias, seja consciente e crítico. Sabemos que o modo de ser do professor interfere positivamente ou negativamente na vida dos alunos, podendo inclusive contribuir na forma do aluno ver o mundo, agir e tomar decisões. Baseado neste contexto a pergunta que orienta a minha investigação fica assim definida: O que pode ser feito para estimular professor e aluno para uma convivência de afetividade no processo educativo, levando-os a uma educação de qualidade no processo? |
Karen Girardi Pelissaro - Email: k.girardi@hotmail.com |